Tratamento | Gagueira tratada na infância tem cura

Segundo o Instituto Brasileiro de Fluência, a gagueira afeta 10 milhões de pessoas no Brasil, um número maior que a população da cidade do Rio de Janeiro

 

e4d80ed0fa2b48c5b322bf448d553a40Foto: Reprodução

 

 

No próximo dia 22 de outubro é Dia Internacional de Atenção à Gagueira. A data foi criada para aumentar a conscientização a respeito desta condição e reforçar a importância de derrubar o estigma em torno da doença. Segundo a fonoaudióloga, Sandra Merlo, especialista em gagueira e fluência, a gagueira é um distúrbio de fluência da fala em que o fluxo da fala é interrompido por repetições, prolongamentos e bloqueios de sílabas. Na maior parte das vezes, a gagueira ocorre na primeira sílaba das palavras.

 
Início precoce
A gagueira costuma aparecer na infância, entre dois e cinco anos. “Os pais geralmente percebem que a criança está com algum problema para falar, porque ela perde a desenvoltura que já possuía. A criança estava se desenvolvendo bem e, de repente, os pais percebem que ela repete várias vezes a sílaba inicial das palavras ou que ela faz força para falar e não sai nenhum som”, explica a especialista.  
 
Como a gagueira ocorre na fala espontânea, nas conversas do dia a dia e na leitura em voz alta, os pais podem ficar confusos e atribuir a uma causa emocional, como ansiedade e timidez, porém isso é um mito. O que é verdade, embora possa parecer estranho, é que em situações como cantar ou até mesmo fazer uma peça de teatro, a gagueira costuma desaparecer.
 
Sandra explica que isso acontece porque o cérebro não controla os dois tipos de fala da mesma maneira. “A fala espontânea e natural é controlada por uma rota cerebral chamada de pré-motora medial, enquanto modos não-espontâneos de fala, como o canto, são controlados por outra rota cerebral, a pré-motora lateral”.
 
De onde vem a gagueira?
A gagueira tem várias causas. Uma delas já está comprovada e é genética. “Já foram identificados quatro genes relacionados à gagueira. Esses quatro genes respondem por cerca de 15% dos casos. Ou seja, ainda há muitos outros genes para serem descobertos. Filhos de pais que têm ou tiveram gagueira têm mais chances de gaguejar. A probabilidade aumenta se a criança for do sexo masculino, porque 80% dos casos de gagueira envolvem o sexo masculino”, explica Sandra.
 
Além da genética, a gagueira pode ocorrer devido a lesões cerebrais, acidente vascular cerebral, traumatismos cranioencefálicos, intercorrências na gravidez, parto e pós-parto, entre outras condições que afetam o funcionamento e a fisiologia do cérebro.
 
O fator social também é um componente importante na origem da gagueira. Crianças que vivem em um ambiente familiar em que as pessoas falam muito rápido ou usam uma linguagem muito complexa podem ter mais probabilidade de desenvolver a gagueira, desde que exista a predisposição genética.
 
Diagnóstico
“O diagnóstico é feito pelo fonoaudiólogo especialista em fluência por meio da gravação e análise da fala da criança. Não é um diagnóstico subjetivo. Por exemplo, em um trecho de 300 palavras de fala espontânea, o fonoaudiólogo irá verificar quantas vezes a criança repetiu, prolongou ou bloqueou sílabas. E também se ela apresentou sinais de esforço para falar algumas sílabas”, explica Sandra.
 
Gagueira tem cura?
De acordo com a especialista, sim. Mas, para a cura é preciso que o diagnóstico e o tratamento sejam feitos ainda na infância. Além disso, a cura da gagueira também está associada às condições gerais de saúde da criança: distúrbios de sono, distúrbios de respiração e epilepsias, por exemplo, reduzem as chances de cura da gagueira.
 
“Estima-se que 5% da população é afetada pela gagueira durante o desenvolvimento da fala. Porém, apenas 1% irá apresentar a doença na forma crônica, ou seja, na fase adulta. A gagueira, portanto, tende a ser uma condição tipicamente infantil. Quando tratada pode ser curada”, comenta Sandra.
 
O tratamento fonoaudiológico é baseado em exercícios para respiração, voz e articulação da fala. Também são realizados exercícios específicos para fluência, envolvendo leitura em voz alta e fala espontânea. No caso de adultos, o treino de fala em público é muito importante. O fonoaudiólogo também avalia se são necessários tratamentos complementares.
 
Desempenho Escolar e Gagueira
A especialista chama a atenção sobre o desempenho escolar de crianças que apresentam a gagueira. “A criança pode ter dificuldades para responder a chamada, para ler em voz alta, para esclarecer suas dúvidas e para apresentar trabalhos na sala de aula. Crianças com gagueira também estão mais sujeitas a ridicularizações dos colegas por sua forma de falar. Então, se os pais de uma criança com gagueira começam a perceber que ela não quer mais ir para a escola, isso pode ser um sinal de que está havendo bullying e devem procurar a escola para uma conversa”, diz Sandra.  
 
Como vimos, a gagueira não tem graça, tem tratamento. Ela pode trazer enorme sofrimento e prejuízos sociais, assim como escolares se não tratada. Se você desconfia que seu filho está gaguejando, procure um fonoaudiólogo especialista em gagueira.
Última atualização em Qui, 19 de Outubro de 2017 16:41
 

PUCPR divulga resultado do Vestibular 2018

Lista de aprovados estará disponível a partir das 15h com tradicional banho de lama

 

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A PUCPR divulga, a partir das 15h, o resultado do Vestibular de Verão 2018. O banho de lama será realizado das 13h30 às 18h, no Estacionamento E-17 do Câmpus Curitiba, localizado na Rua Imaculada Conceição.

 

O resultado também estará disponível no site vestibular.pucpr.br.

 

Além do banho de lama, a festa contará com trio elétrico com banda e DJ, banho de espuma, festival de cores e apresentação das baterias das atléticas da PUCPR. A primeira etapa das matrículas pode ser realizada de 20 a 27 de outubro.

Última atualização em Qui, 19 de Outubro de 2017 16:05
 

Braves Games: sem medo |O clima não desanimou

Nem o clima ruim deixou o evento com menos adrenalina

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Fotos: Bruno Debiasi

Neste último final de semana (14 e 15) aconteceu o Braves Games – No Fear, que desafiou os participantes a superarem seus medos em aventuras espetaculares, reunindo cerca de 2500 pessoas, entre atletas e público. "Esta edição do Braves Games sem dúvida foi a mais desafiadora para nós, pois tivemos que lidar com as mudanças do clima de forma inteligente, para não prejudicar a performance dos atletas", afirmou o coordenador do evento, Leandro Nunes da Silva.

Mas nem mesmo o clima desfavorável desanimou os participantes, que competiram bravamente. Os participantes foram testados em provas de corrida, levantamento de peso e exercícios aeróbicos. 

image 3Fotos: Bruno Debiasi

O resultado final por categoria ficou assim definido: Scaled Masculino, primeiro lugar Furianos (High Pulse), segundo lugar Gorilas (Arbo Crossfit) e em terceiro lugar Crossfit Itajaí 003 (Crossfit Itajaí). Já na Scaled Feminino, a HP Girls FRG (Crossfit Pulse Fazenda Rio Grande) ficou em primeiro, Uma Deusa (Uma Louca) em segundo e Team Gross (Crossfit Brusque) em terceiro.

Na Categoria Amador, a classificação final ficou, no Masculino, a Underarbo (Arbo Crossfit) no lugar mais alto do pódio; a Invictus (Crossfit 1530) em segundo lugar e a equipe Crossfit Brusque 01 (Crossfit Brusque) em terceiro. A Feminina teve a Make It Hurt (Be Happy) como primeira colocada, a Girls of Widia (Widia) em segundo e a Under Arbo Girls (Arbo Crossfit) em terceiro.

imageFotos: Bruno Debiasi

As Categorias RX tiveram o seguinte resultado: Trio Individual Masculino, Alpha HPGralha (High Pulse) em primeiro lugar, CF Blumenau/CF Cordilus (Cf Blumenau/Cf Cordilus) em segundo e Trio Sarrada Dura (Crossfit Eagle 1 e 2) em terceira colocação. Já o Individual Masculino teve como grande vencedor o atleta Juan Miguel Velleda, da Armel Crossfit; seguido por Lucas da Silva da Rosa (High Pulse/Ultimate Pirates) e, em terceiro, Marcio Narciso, represetnante da Feroz. Na Individual Feminino, Tassia Dadda, representando a High Pulse, foi a vencedora da Categoria. Laiz Isabeli Rosa (Ck Crossfit) e Pamela Regina Pereira (High Pulse), foram a segunda e terceira colocada, respectivamente.

Na Master 40+, Shey, da Be Happy, foi vencedora, seguida por Charles Soares Ribeiro (Kaluanã Crossfit) e por Edgar Stelle Junior (Crossfit Barigui).

Em cada edição, o Braves Games se supera e conquista cada vez mais adeptos ao evento. "Encerramos 2017 com um sorriso no rosto e com a certeza de estarmos batalhando para melhorar o Braves Games a cada edição. E que venha 2018!", celebra o empresário.

Última atualização em Ter, 17 de Outubro de 2017 16:16
 

Risoto de Alho Poró com o verdadeiro Caldo de Legumes

Alho Poró com o verdadeiro Caldo de Legumes

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Crédito: Divulgação

O Verdadeiro Caldo de Legumes, chamado também de mirepoix, é uma mistura de vegetais típica da culinária francesa utilizada como base para temperar diversos pratos, apesar de pouco disseminado no Brasil, é uma ótima opção para dar sabor inigualável a risoto, carnes e sopas. O exclusivo caldo natural de legumes da Kitano conta com os ingredientes típicos do mirepoix (cenoura, cebola, salsão, alho, tomilho, salsa, pimenta do reino preta) e zero adição de sal formando uma combinação deliciosa, saudável e alternativa ao caldo em cubo. Confira abaixo a receita Risoto de Alho Poró com Caldo Natural de Legumes:

Ingredientes:

1 pacote de Caldo Natural de Legumes Kitano;

1 talo de alho poró picado em rodelas;

2 colheres (sopa)de manteiga;

2 xícaras (chá) de arroz arbóreo;

½ xícara (chá) de vinho branco;

2 litros de água;

Pimenta do reino Kitano e sal a gosto;

½ xícara (chá) parmesão ralado;

Modo de preparo:

Em uma panela, ferva a agua com o conteúdo do pacote de caldo natural Kitano

Em outra panela, refogue o alho poró em uma colher de manteiga

Adicione o arroz arbóreo, o sal e a pimenta do reino e refogue.

Adicione o vinho branco e mexa até secar.

Vá adicionando  aos poucos conchas do caldo fervente que foi preparado na outra panela, sempre mexendo, até que o arroz esteja cozido.

Desligue o fogo e adicione a outra colher de manteiga e o parmesão.

Tampe e aguarde 5 minutos.

Sirva.

Última atualização em Ter, 17 de Outubro de 2017 14:39
 

Ecomuseu 30 anos | Homem, História e Natureza

Ecomuseu completa 30 anos de integração entre homem, história e natureza

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Ney Braga visita o Ecomuseu, no dia da inauguração do espaço. Crédito: Acervo/Itaipu Binacional

Inaugurado em 16 de outubro de 1987, o espaço surgiu com a premissa de ser ligado às questões ambientais e de trazer a comunidade para o ambiente de preservação da história regional

No dia 16 de outubro de 1987, há exatos 30 anos, mais de 700 pessoas se reuniram para a inauguração do primeiro museu da América do Sul voltado para atender o meio ambiente – mais especificamente, o da região Oeste do Paraná. Era o Ecomuseu da Itaipu, que nasceu pioneiro e é ainda hoje referência em preservação e inovação.

Desde antes do início da construção da Itaipu, quando foram estabelecidas as bases da política ambiental da empresa, já se sabia da necessidade de criar um museu que tivesse, em seu acervo, elementos da arqueologia, flora, fauna, hidrologia e história da região que deu lugar ao reservatório da usina. Mas, para uma usina nascida para quebrar recordes, não se podia imaginar um museu tradicional.

Para estabelecer o museu, foi contratada a arqueóloga e historiadora Fernanda Camargo-Moro (1933-2016), que propôs algo que ia ao encontro das necessidades da empresa, principalmente em relação à questão socioambiental: a “museologia social”. Em outras palavras, mais que apenas abrigar objetos, o Ecomuseu desenvolveria trabalhos com o objetivo de vincular “a região (território) com elementos representativos da natureza e do desenvolvimento cultural (patrimônio) e com a população local (comunidade)”.

Não se tratava, portanto, de um ecomuseu criado por uma comunidade, mas sim para uma comunidade. E ainda hoje, balzaquiano, o Ecomuseu da Itaipu continua sendo exatamente isso: um espaço instrutivo e irresistível, que reúne a comunidade e integra a população do Oeste do Paraná com a Itaipu.

“Que bom que você veio”

ECO4Visita ao acervo do Ecomuseu. Crédito: Acervo/Itaipu Binacional

Desde o início dos trabalhos, em 1987, a equipe do Ecomuseu desenvolveu um conjunto amplo de ações, voltadas especialmente à educação ambiental. Foram encontros, seminários, feiras de ciências, colônias de férias, eventos culturais, exposições, cursos, jogos... Atividades diversas, para públicos diversos.

Em meados do ano 2000, o Ecomuseu fez uma pausa nas atividades – mas por um bom motivo. Durante quase dois anos, o prédio esteve fechado ao público enquanto foi realizado extenso trabalho de revitalização e qualificação das exposições e do espaço. Era a versão “revista e ampliada” do Ecomuseu, com novas salas de exposições, salas educativas, o LTA (Lugar onde Tudo Acontece) e o Espaço das Artes.

E, por falar em ampliação, logo após a reforma, em 2003, foi ampliada também a missão de Itaipu. O espaço, é claro, acompanhou a evolução, realinhando suas ações – agora, ainda mais essenciais para aproximar a Itaipu da comunidade. Para fortalecer esse papel, foi criado o Programa Valorização do Patrimônio Institucional e Regional, coordenado e desenvolvido pelo Ecomuseu em parceria com os municípios, comunidades, sociedade civil organizada e instituições governamentais e não governamentais da região.

E essa sintonia se espalhou pelo território. Grande parte dos 14 museus existentes hoje na BP3 contou, desde sua criação, com o apoio da equipe do Ecomuseu de Itaipu e da Itaipu Binacional tanto com o acompanhamento e assessoria técnica nas questões museológicas e empréstimo de materiais expositivos, quanto com o apoio ao desenvolvimento de atividades e processos de mobilização social.

Um museu de grandes novidades

ECO1Maquete de piso do Ecomuseu. Crédito: Alexandre Marchetti/Itaipu Binacional

Recentemente, em 2010, o Ecomuseu passou por uma nova revitalização. Foi construída a maquete de piso, que encanta a todos os visitantes com uma representação da BP3 iluminada com leds; foram instaladas telas interativas com informações sobre os municípios e depoimentos de moradores da região; e os demais espaços foram totalmente renovados. Grandes exposições, como "Múltiplo Leminski" (2013) e "Trabalhadores", de Sebastião Salgado (2014), atraíram multidões. E, com certeza, ainda há muito por vir.

Participe da festa e comemore o aniversário de 30 anos do Ecomuseu. No dia 18 de outubro, quarta-feira, às 20h, serão inauguradas as exposições Ecomuseu 30 Anos e Ney Braga: 100 anos na história do Paraná. Na tarde do dia 28, acontece mais uma edição do Ocupe o Museu, com atividades diversas para a comunidade.

Última atualização em Seg, 16 de Outubro de 2017 17:06
 

O que fazer? Filhos que descobrem a traição

O que fazer quando são os filhos que descobrem a traição?

 

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Descobrir que o (a) parceiro (a) tem um caso extraconjugal é devastador para qualquer pessoa. Mas, imagine quando a traição é descoberta pelos filhos? Esta é uma situação cada vez mais comum, principalmente pela facilidade que as crianças e adolescentes têm com a tecnologia, ou seja, basta um descuido para que eles vejam mensagens ou fotos comprometedoras.

Segundo a psicóloga Marina Simas de Lima, terapeuta de casais e família e cofundadora do Instituto do Casal, quando os filhos estão envolvidos na traição, é preciso mais atenção para resolver o conflito. A infidelidade terá diferentes significados de acordo com a idade, porém para os pré-adolescentes e adolescentes pode ser mais problemático.

"Isso porque a relação dos pais serve de modelo para seus relacionamentos futuros. Se a traição não for bem resolvida, esse adolescente pode ter dificuldade de confiar em outras pessoas ou até mesmo de se relacionar no futuro”, explica.

Dilema ético: o que fazer com a informação?

Quando é o filho que descobre um caso extraconjugal, a primeira questão que virá à tona é: contar ou não contar? Para a psicóloga Denise Miranda de Figueiredo, terapeuta de casais e família e cofundadora do Instituto do Casal, se isso acontecer, a melhor atitude é conversar e negociar para que a pessoa que foi infiel assuma a responsabilidade e revele ao (a) parceiro (a) o que está acontecendo. Mas, em geral, a tendência é contar a descoberta para quem está sendo traído e isso pode gerar uma crise familiar importante”, comenta.

Por outro lado, há casos em que os filhos não contam e acabam guardando esse segredo por medo de perder os pais, o afeto, por insegurança ou por pensarem que se não contarem, tudo ficará bem e voltará ao normal. “Entretanto, este tipo de segredo em família pode ser uma bomba relógio. O adolescente ou a criança pode desenvolver ansiedade, depressão, insônia, queda do desempenho escolar, entre outras dificuldades emocionais e comportamentais”, explica Marina.

As especialistas explicam que quando o casal tem filhos, a traição afeta a família inteira. “O filho também se sentirá traído, a confiança é quebrada e este indivíduo pode se sentir preso a um conflito que não é seu e sim dos pais. “Embora o relacionamento e o que acontece nele só diga respeito ao casal, é preciso pensar sim nas consequências da traição para a dinâmica familiar. Quando o filho é quem descobre, o conflito passa a ser familiar. Mas, cada família deve encontrar sua maneira de resolver a situação”, diz Denise.  

Como a terapia familiar pode ajudar
“A terapia de família nestes casos é muito importante. O terapeuta irá servir de mediador neste conflito. É importante que o adolescente ou a criança possa separar o relacionamento parental do conjugal. Além disso, é preciso mostrar aos filhos que o que aconteceu com os pais não vai necessariamente acontecer com eles”, comentam as especialistas.

“Devemos tomar um maior cuidado com as crianças menores, pois dependendo da fase de desenvolvimento, elas podem se sentir culpadas pela traição, assim como podem pensar que os pais não gostam mais delas. Daí a importância da orientação de um especialista, diz Denise.

Quando o casal decide se separar, depois da descoberta da infidelidade, é essencial deixar claro que ama seus filhos, mas que o convívio entre eles, enquanto casal, não é mais possível. “Filhos serão sempre filhos, portanto, separa-se o casal, mas jamais perde-se a maternidade ou a paternidade”, concluem Denise e Marina.

Última atualização em Seg, 16 de Outubro de 2017 16:42
 


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