Nunca alívio



Faça com que sua presença seja tão importante que a sua ausencia cause imensa saudades e não alivio.

Claudia Cozzella
 

" Coisa da sua cabeça"está chegando



Estreia dia 07 de março no Teatro Clara Nunes,no Rio de Janeiro, a comédia de Diego Gianni.
"É Coisa da sua cabeça" com o apoio da Rede Globo tem no elenco Marcos Wainberg e Roberto Lopes.
Última atualização em Seg, 20 de Fevereiro de 2012 07:19
 

O mundo mudou..e agora?



Desde os últimos anos tenho a sensaçao de estar "inadequada"..
Algo como estar fora do meu tempo,distante da minha época..meia que à margem do meu planeta.
Sinto que todos os meus conceitos estão ultrapassados.
Os valores que tanto acredito deixaram de ter valor.
As bases e as crenças que aprendi simplesmente evaporaram.
Confesso minha tristeza e angústia por ver que a vida perdeu  o valor,que o respeito ao proximo está em desuso e que a moral foi deixada de escanteio.
Penso muitas vezes em sair do Brasil..mas ir pra onde afinal?
Existirá algum lugar na terra aonde eu possa ser simplesmente eu mesma?
Um lugar aonde não seja preciso se "adequar" aos outros?
Outro dia conversando sobre este assunto ouvi o seguinte:
"Voce não pode querer que uma pessoa que nasceu a uma ou duas décadas atrás entendo o que voce está falando...ela sequer vai entender seus valores"
Demorei a entender e a assimilar tamanha dor que meu coração sentiu ao ouvir e interpretar a frase como "voce já era..acorda!"
E assim minha mente entrou em colapso com meu coração.
Não sei o que fazer...nem como agir.
Acho que prefiro me calar a ser encarada assim pelas pessoas ao meu redor.
Na minha epoca ser gentil e educado era obrigatório.
Falar bom dia,obrigado e por favor era normal.
Respeitar pai,mãe e mestres também.
Se vestir nas ruas como um ser humano descende que acha que seu proprio corpo tem valor  e não deve jamais ser exibido para outros era natural.
Assassinatos,sequestros eram vistos com espanto e tristeza e não como uma coisa banal tipo "dane-se não foi comigo"
E nem faz tanto tempo assim.
Nasci na década de 60.
Poxa...
O que aconteceu com o mundo que deixei passar batido?
Será que eu estou realmente tão envolvida com a ética,com o respeito aos outros,com a descencia que nem percebi que isso já caiu de moda?
Não sei..
Só sinto hoje que preciso urgentemente resetar meu coração e minha alma.Recomeçar...sei lá como.
Ja desisti de fazer o tal sucesso que tanto busquei porque sou apenas eu.
Uma mulher adulta,confusa, perdida no meio desta selva de pedra que detesto rodeada de pessoas frias e insensiveis.
Gente boa tem sim...honesta,bacana..mas como conviver somente com elas e se afastar do resto?
Gostaria de ter grana pra sumir sem deixar rastros.
Criar uma comunidade aonde só entrasse pessoas caretas e cafonas como eu.
Preocupadas com a vida,com o meio ambiente,com a fome,com os animais...
Cansada de sonhar.
Ninguem nota mesmo as pessoas que vivem de boas intenções.
Bom feriado
Entro em reclusão a partir deste momento.
Sumindo no espaço infinito...
 

Torturas



Não há tortura mais eficaz do que a punição permanente, por erros cometidos não importa quando.

Esse tipo de castigo se faz, em geral, através de palavras, alusões 'en passant', acusações explícitas, tom de voz áspero e ironias cotidianas.

O torturado demora a perceber o estupro psicológico. O torturador desconhece o perdão.

Paulo Wainberg
 

“Para o Vampiro - Variações nº.1

 

“Para o Vampiro - Variações nº.1” traz a história de um inacabado homem, reputado escritor, em sua frustrante tentativa de inventar uma nova história. Um homem e duas mulheres compõem a cena, ao mesmo tempo em que, parecem se confundir com a própria vida do protagonista. Histórias de uma época em que palavras e pessoas lhe perturbam. Um escritor, que vive isolado, condenado pela epidemia da solidão que lhe soa como amaldiçoamento.

 

O novo espetáculo da “Marcos Damaceno Companhia de Teatro” segue no aprofundamento de questões já retratadas em espetáculos anteriores do grupo, em que personagens lutam para não naufragar em um mar de vaidades e egos, próprios e alheios, que podem transportá-los de conquistas gloriosas a uma vida em ruínas.

 

São peças em que personagens regidos por sentimentos de insatisfação travam batalhas com o meio em que vivem e principalmente consigo mesmos. Situações nas quais tentam não sucumbir a sentimentos e desejos menores e, assim, buscam um meio de harmonizar a eterna angústia de suas existências com a convivência com outras pessoas.

 

Para O Vampiro, variações nº.1 se debruça em temas em que personagens duelam contra suas incompletudes e travam batalhas íntimas em meio a paredões de egos e outras vaidades. Sentimentos, pensamentos e possíveis ideias que podem tanto servir para a construção de uma história bem sucedida quanto para colocá-los em meio a uma confusão sem solução. Pairam sobre o texto sentimentos cada vez mais presentes na contemporaneidade, como a sensação de vazio, inadequação e inacabamento.

 

Algumas das características marcantes da peça são pautadas no tom poético, com repetições e variações, além do cuidado minucioso com a musicalidade e ritmo das frases.

 

O personagem, um escritor recluso e famoso na cidade de Curitiba, atua em um estado próximo ao delírio ou devaneio, onde seus pensamentos, lembranças e imaginação fluem de forma lírica em certos momentos e, em outros, apresentam-se macabros e pesarosos, bem como, imaginativos e medianos em alguns trechos, para logo em seguida, flertarem com a filosofia e o sublime, tornando-se expansivos, contraditórios e com confusões e associações próprias da consciência de qualquer pessoa.

 

O espetáculo segue ainda a idéia de fazer um retrato de como se dão as relações do homem curitibano com sua cidade, seu clima e seus outros habitantes, afinal, “nos últimos anos, a cada dois dias, um foi de chuva em Curitiba”. 

 

A direção de Damaceno segue caminhos norteados pela introspecção, contenção, melancolia e rigor. A montagem tem como elemento principal o tratamento do texto nas vozes dos atores. O texto é assinado por Marcos Damaceno e Marcelo Bourscheid.

 

Rosana Stavis, Samir El Halab e Maia Piva compõem o elenco do espetáculo que conta ainda com grandes nomes do teatro paranaense na equipe de criação, como a  iluminadora Danielle Regis e o compositor musical Gilson Fukushima. Completam ainda a equipe a figurinista Maureen Miranda, o ilustrador Foca Cruz e a diretora de produção Geane Saggioratto.

 

O público, ao chegar à bilheteria para adquirir o ingresso, se depara com uma situação inusitada (ou provocativa). Ao invés de pagar pelo ingresso, recebe R$ 4,00 reais ou R$2,00 reais (meia entrada).

SERVIÇO:

ESPETÁCULO: Para o Vampiro – Variações nº 1

Estreia

Teatro Novelas Curitibanas

Endereço: Rua Carlos Cavalcanti, 1222 - São Francisco – Curitiba.

Informações teatro -  (41) 3321.3358

Temporada -   16 de fevereiro à 18 de março 2012  -  Quinta à domingo

Horário – 20hs

Ingressos – Retirar na bilheteria do teatro. 

Assista ao espetáculo e recebe R$ 4,00 reais ou R$2,00 reais (meia entrada).

 

Sérgio Queiroz ganha premio



Olha que bacana..meu querido amigo Sérgio Queiroz ganhou um premio super importante.
O Cantor e Elvis Cover Sérgio Queiroz, que é curitibano, recebeu na data de ontem dia 13 de fevereiro de 2012, o Certificado de Consagração Pública por 05 anos de Desempenho Excepcional e Contribuição Permanente na Divulgação da Música Popular - Categoria : Rock.
Este Certificado é promovido pela empresa Intershows de São Paulo que tem o apoio da Secretaria da Cultura de São Paulo.
O Produtor Domingos Gurgel, veio especialmente de São Paulo para entregar em mãos o certificado ao Elvis Cover Sérgio Queiroz.
A entrega do certificado foi na Casa Elvis,que fica em São José dos Pinhais.
Parabéns querido amigo .

Claudia Cozzella
 


Página 1 de 94
Copyright © 2011 Acontece Curitiba. Todos os direitos reservados. Desenvolvido por LinkWell.