CPM 22 retorna a Curitiba com show inédito

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CPM 22 em Curitiba  neste sábado no Spazio Van (Foto: Divulgação)

 

Neste sábado (24), os amantes do rock têm um encontro marcado em Curitiba. Isso porque o palco do Spazio Van recebe uma das bandas mais queridas do rock nacional: CPM 22, que traz à capital sua turnê inédita "Suor e Sacrifício". As entradas estão à venda a partir de R$50, pelo Alô Ingressos. Na mesma noite, ainda se apresentam as bandas Dead Fish e Escombro.

 

 

O CPM 22 desembarca na capital paranaense trazendo na bagagem os hits que marcaram as duas décadas de estrada, como "Dias Atrás", "Um Minuto Para o Fim do Mundo", "Regina Let's Go!", "Ontem", "Tarde de Outubro", "Não Sei Viver Sem Ter Você", entre outras.  

"Suor e Sacrifício" – CPM 22

Vinte e poucos anos atrás, o Badauí me contou que iria montar uma banda. Lembro de ganhar a primeira fita demo do CPM, que na época ainda não tinha adicionado o "22" no nome. Não me recordo muito do show de inauguração do Hangar 110, antológica casa de show punk paulistana, pois tinha tomado toda a cerveja separada no camarim para o CPM 22, que abriu a noite. Mas, por outro lado, lembro perfeitamente quando lançaram o primeiro CD, totalmente independente.

Nessa época, minha antiga banda, Blind Pigs, levava os novatos do CPM 22 para abrir alguns shows. E, para nosso desespero, eles já estavam roubando a cena em algumas cidades. Ralaram muito no underground, sou testemunha disso, e graduaram com mérito para o grande público, que estava sedento de uma banda hardcore brasileira que cantasse em português.

Os caras estouraram e viraram trilha sonora da vida de muita gente. Seis discos de estúdio depois, o CPM 22 lança seu trabalho mais honesto, "Suor e Sacrifício", um álbum maduro que mostra a evolução da banda, após algumas mudanças na formação. "Combustível"(Luciano Garcia) abre o disco queimando o asfalto, arrebentando tudo pelo caminho. É CPM 22 clássico, que os fãs conhecem, música para abrir roda nos shows. "Ser mais Simples" (Phil Fargnoli), o primeiro single, agradou quem ansiosamente esperava material novo dos caras. E quem cresceu ouvindo a banda, com certeza irá se identificar com o punk rock melódico e cheio de atitude de "Linha de Frente" (Ricardo Galano / Badauí). Falando em fãs, estes ainda ganham um belo tributo na música "A Esperança não Morreu" (Ricardo Galano / Badauí / Luciano Garcia), uma das melhores do álbum. 

Me diz o seguinte, você já se imaginou gravando uma música com o vocalista de uma das bandas que mais te influenciou? Pois os caras fazem isso em "Never Going To Be The Same" (Ricardo Japinha / Trever Keith), onde o Badauí divide os vocais com ninguém menos que Trever Keith, líder da veterana banda americana Face to Face. Mas o auge do disco é, indiscutivelmente, a linda "Honrar seu Nome" (Phil Fargnoli / Badauí), dedicada ao pai do Badauí, que faleceu no ano passado. Confesso que meus olhos marejaram quando a escutei pela primeira vez.

"Suor e Sacrifício" fecha com o hino "Todos por Um" (Luciano Garcia / Badauí), que certamente será cantado em uma só voz nos shows. Parabéns, CPM 22! Provaram que continuam relevantes no cenário nacional da melhor maneira possível, com um grande disco. Vida longa!

                                                                                   Henrike Baliú (Blind Pigs),

abril de 2017.

Serviço – CPM 22 em Curitiba
Quando: 24 de novembro de 2018 (sábado)
Local: Spazio Van (Linha Verde, 15000)
Horário: a partir das 21h
Ingressos: De R$50 (meia-entrada) até R$200 (inteira), de acordo com o setor
Vendas: Alô Ingressos
Forma de pagamento: Dinheiro | Cartão de Débito | Cartão de Crédito (a vista)
Classificação: 18 anos
Realização: PlayM Produções

Última atualização em Ter, 20 de Novembro de 2018 16:23
 

Aneurisma: uma bomba relógio prestes a explodir

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Aneurisma não tem as causas comprovadas cientificamente, é silenciosa e pode ser fatal.
(Foto: Google Imagens)
 
Uma bomba relógio instalada pelo vilão, no assoalho de um carro, coloca o mocinho em risco e aumenta a tensão na sala. A cena é de um filme, mas poderia ser um caso de aneurisma da vida real. A doença, que ainda não tem as causas comprovadas cientificamente, é silenciosa, porém fatal. Segundo dados, 40% dos pacientes com aneurisma roto, ou seja, que já se rompeu, morrem antes de serem tratados, e os que não chegam à óbito, carregam alguma sequela.
 
O aneurisma é uma bolsa formada em artérias do cérebro em decorrência de uma malformação no período de desenvolvimento intrauterino. Durante a formação embrionária, alguns vasos da cabeça apresentam pontos mais enfraquecidos pela ausência da camada muscular, que dá estrutura e resistência para que tais artérias levem o sangue até o cérebro. A pulsação realizada para o transporte do sangue pressiona a camada mais fina dos vasos, formando tais bolsas onde o sangue se expande. Felizmente, graças aos avanços da medicina e do aumento da preocupação da população com a saúde, o índice de pacientes tratados com aneurismas não rotos aumentou nos últimos anos.
 
Segundo o especialista na área, o neurorradiologista intervencionista, Robertson Pacheco, o tratamento da doença antes do rompimento do aneurisma é mais assertivo, envolvendo menos riscos. Porém, a sua detecção acaba sendo um "achado". "Normalmente, o paciente está investigando um problema clínico de cefaleia, ou seja, dor de cabeça comum e, por meio de exames de imagem avançados, como angiotomografia ou angioressonância, acaba descobrindo que possui um aneurisma", revela o médico.Já quando o aneurisma se rompe, o paciente sente uma dor insuportável, que pode vir acompanhada de perda de consciência, náuseas, vômito e outros sintomas. Neste caso, o tratamento deve ser realizado com urgência.
 
Nos dois cenários a neurorradiologia é indicada como uma opção menos invasiva, oferecendo riscos menores e uma recuperação mais rápida, de até três dias de internação. Utilizando o arsenal endovascular, onde há opções de cateterismo e embolização, o aneurisma é ocluso sem a necessidade de uma grande cirurgia. "Por isso é importante que o profissional da área tenha uma formação plena e sólida com relação aos métodos de tratamento para oferecer a melhor opção em cada caso", acrescenta Robertson.
 
Por se tratar de uma doença crescente no decorrer do tempo, o risco de sangramento é cumulativo conforme a idade, havendo um pico de ruptura entre 40 e 60 anos. Isso não impede que pessoas jovens, que apresentam os fatores de risco, como hipertensão arterial e tabagismo, por exemplo, tenham um aneurisma roto antes da faixa etária de maior incidência. Ter uma rotina saudável, praticar exercícios e realizar exames regularmente podem impedir que algo mais grave aconteça.
 
Sobre o Dr. Robertson Alfredo Bodanese Pacheco

Formado em medicina pela Universidade Federal do Paraná em 1992, Robertson Alfredo Bodanese Pacheco especializou-se em Neurocirurgia no Serviço de Neurocirurgia em Curitiba (atual INC) e foi em busca de mais conhecimento na área em Paris, na França, onde cursou sua 2ª especialização, a Neurorradiologia Intervencionista, no hospital Pitié Salpêtrière, com o Prof. Alfredo Casasco. Há 18 anos nesta área, atualmente o médico está a frente do Serviço de Neurorradiologia Intervencionista do Hospital do Rocio, em Campo Largo (PR), além de atender em outros hospitais de Curitiba.

Contato:www.facebook.com/doutorrobertsonpacheco

Última atualização em Ter, 20 de Novembro de 2018 16:18
 

Novo livro da Lava Jato traz capítulo inédito sobre prisão do ex-presidente Lula

O Procurador do Ministério Público do Paraná, Rodrigo Chemim, lança o novo livro "Mãos Limpas e Lava Jato: A Corrupção se Olha no Espelho" (ed. Citadel, 320 pág., R$ 44,90), participa de um bate-papo com o público e autografa a obra.

O evento será amanhã (dia 20 de novembro), às 19h30, no Grande Auditório do Centro Universitário Curitiba/UniCuritiba [rua Chile, 1678, Rebouças, na capital paranaense]. A entrada é franca e os livros serão comercializados no local pela equipe da Livrarias Curitiba.

A obra traz um capítulo inédito com os dados mais importantes sobre a prisão do ex-presidente Lula e as evidências que levaram à sua condenação. Ao mesmo tempo, compara as operações Mãos Limpas, da Itália, e a Lava Jato, do Brasil.

Corrupção no Brasil e na Itália

Um dos grandes méritos do registro investigativo é apresentar ao público detalhes de uma das ações mais importantes na história política recente do Brasil. O autor particulariza a metodologia e as perspectivas empregadas nas investigações, tanto na italiana quanto na brasileira.

Entre documentos e processos, Chemim demonstra o desenrolar das investigações que inicialmente enfocavam um episódio isolado de corrupção, mas se tornaram gigantescas ações contra esquemas de pilhagem dos cofres públicos e pagamento de propina.

Marco da história pública, política e policial nacional, a Lava Jato muito se assemelha à operação italiana Mãos Limpas, desde o modus operandi dos corruptos das esferas pública e privada até as manobras e desculpas que usaram para se safar da justiça.

Separadas por duas décadas, as operações revelam a corrupção sistêmica que assola Itália e Brasil, onde gestores públicos e privados drenam as esperanças e ideais de toda uma nação, desviando fortunas incalculáveis para as contas de políticos e partidos de todos os matizes ideológicos.

Segundo o autor, "a corrupção em última análise é um toma-lá-dá-cá, mas diferentemente do que ocorre com o funcionário público que pratica atos de ofício vinculados à lei, como o guarda de trânsito, no caso do político a contrapartida é mais aberta e não raras vezes vinculada à sua influência política no processo decisório de um terceiro".

Ele explica que "foi justamente esse o caso do ex-presidente Lula, acusado de receber propina para se valer de seu poder discricionário na nomeação de diretores da Petrobras e influenciar nas decisões igualmente discricionárias que estes tomariam na contratação da empreiteira que corrompeu a todos. Portanto, a imputação de corrupção passiva é perfeita na denúncia e tecnicamente possível à luz da lei e da jurisprudência brasileiras. A questão agora é saber se as provas documentais, periciais e testemunhais indicadas na denúncia eram suficientes para a condenação".

Sobre o autor

Rodrigo Chemim é doutor em Direito de Estado, professor de Direito Processual Penal no Centro Universitário Curitiba e no Centro Universitário Franciscano em Curitiba. Procurador do Ministério Público do Paraná há 24 anos, atuou por mais de 15 anos na investigação de crimes do colarinho-branco.

Serviço

O que: Lançamento do novo livro "Mãos Limpas e Lava Jato: A Corrupção se Olha no Espelho", bate-papo e sessão de autógrafos com Rodrigo Chemim.

Quando: Amanhã (dia 20 de novembro), às 19h30.

Onde: Grande Auditório do Centro Universitário Curitiba/UniCuritiba [rua Chile, 1678, Rebouças, na capital paranaense].

Quanto: A entrada é franca e o os livros serão comercializados no local pela equipe da Livrarias Curitiba.

 

Onde estão as bailarinas negras?

São Paulo, novembro de 2018 - Imagine uma bailarina. Sapatilha, tutu (como chamamos a saia em tule, própria para o ballet), faixa na cabeça, saltos e movimentos suaves. Agora responda para você mesmo(a): essa bailarina é negra? Provavelmente não.

Mas calma, isso não significa, necessariamente, que você tem algum tipo de preconceito, apenas que não está habituado(a) a ver dançarinas de ballet negras. E, para falar a verdade, elas são minoria no mundo da dança. Isso porque o ballet clássico, especificamente, ainda é uma atividade elitizada e pouco popular.

Para Amanda Lima, bailarina e professora de dança, existem poucos, mas expressivos nomes de bailarinas negras no cenário atual da dança. “Michaela DePrince, Ingrid Silva, Misty Copeland são verdadeiros ícones que alcançaram um espaço importante quando se trata de representatividade na mídia. Embora sejam bailarinas e personalidades notáveis, infelizmente ainda fazem parte de um pequeno grupo. É aí que percebemos o quanto estamos atrás das bailarinas brancas. Os lugares que estamos ocupando agora, em 2018, as bailarinas brancas já ocupam há séculos”, explica a profissional, que é uma das principais representantes de uma das coleções da marca Evidence Ballet.

Perguntada sobre as razões dessa discrepância na dança, a bailarina se volta ao cenário nacional e analisa o papel do negro na sociedade e também na modalidade. “Por mais que algumas pessoas queiram desmerecer a nossa fala e dizer que é vitimismo, sabemos que a população negra está em desvantagem econômica e social em relação a população branca. E isso reflete nas oportunidades de se frequentar aulas de ballet, por exemplo. A maioria das meninas negras que inicia o estudo da dança na infância depende de projetos sociais ou bolsas de estudo”.

Quando falamos sobre a trajetória de uma bailarina negra, Amanda explica que muitas crianças não se reconhecem nesse meio. “Tanto os colegas, quanto os professores, os quadros nas paredes, os vídeos na internet e os temas dos festivais (Cinderela, Lago dos Cisnes, O Quebra-Nozes etc.) são brancos. Então, é difícil se reconhecer nesse espaço. É um meio que está o tempo todo tentando te expulsar, mesmo de forma velada”, esclarece. Mesmo as bailarinas negras que resistem, o caminho para seguir carreira profissional é igualmente difícil, segundo ela. “É comum a gente se perguntar: ‘onde eu vou trabalhar?’. Porque talento, esforço e dedicação, nem sempre são o suficiente. Por mais que não seja algo dito pelas companhias, sabemos que muitas ainda não aceitam bailarinas negras”.

Em julho deste ano, Amanda Lima foi a face e o corpo da coleção Minimal, da marca Evidence Ballet. Ao analisar a campanha, a bailarina diz o quanto se sentiu privilegiada por ter sido instrumento de uma classe tão carente de representantes. “Não é só sobre uma menina que faz ballet e é negra conseguir se enxergar, mas é também sobre provar para todas as pessoas que a gente existe e resiste. Porque não é só um existir, mas principalmente resistir. Então fico muito feliz de ter feito parte disso de alguma forma”. Amanda mostra a importância da desconstrução da imagem da bailarina. “É uma imagem de que a bailarina só é bailarina se tem a pele clara. Aquela coisa no imaginário do tutu e sapatilha rosa. Precisamos desconstruir mesmo e desmistificar essa ideia que foi construída há muito tempo e mostrar que não existe só um tipo de bailarina.”

Rose Prock, diretora executiva da Evidence Ballet, conta que há muito tempo tinha o desejo de ver sua marca representada por uma bailarina negra, mas que teve dificuldade em encontrá-las. “Buscamos indicações, fomos a eventos e procuramos até nas redes sociais. É muito triste ver que o ballet ainda não é acessível a todos e todas. Nossa iniciativa foi, principalmente, com o objetivo de aumentar a representatividade de bailarinas negras nesse meio e encorajá-las nessa arte”, finaliza a empresária.

 

 

SOBRE A EVIDENCE BALLET

A Evidence Ballet é uma das principais marcas de roupas e acessórios no mercado de dança. A empresa iniciou suas atividades no setor têxtil em 2009, com uma confecção em Campanha, Minas Gerais. Especializada em roupas para o mercado de ballet, expandiu seu portfólio para a moda dança e casual. Com alto padrão de qualidade dentro do processo de produção e entrega rápida, a Evidence conta com um time de colaboradores comprometidos para garantir qualidade dos produtos e elevar a eficiência operacional. Hoje, conta com uma equipe de mais de 90 funcionários diretos e indiretos, além de uma rede sólida de representantes comerciais para atender todo o território nacional.

 

Banda inglesa New Order se apresenta pela primeira vez em Curitiba

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O New Order, considerada uma das bandas mais aclamadas de todos os tempos, se apresenta pela primeira vez em Curitiba no dia 02 de dezembro (domingo) na Live Curitiba. Com uma história de mais de 20 milhões de álbuns vendidos, a banda, formada no início dos anos 80, foi uma das pioneiras da dance music eletrônica e a primeira a unir esse estilo musical ao rock, criando um novo gênero, que passou a ser conhecido como Dance Rock.

 

Formada atualmente por Gilian Gilbert, Bernard Sumner, Stephen Morris, Tom Chapman e Phil Cunningham, a banda se apresenta também em São Paulo (28 de novembro) e no dia em Uberlândia no dia 30 de novembro.

 

A turnê brasileira, apresentada pelo Banco do Brasil, é mais uma realização da Move Concerts. Ourocard é o meio de pagamento oficial e a Cielo é a plataforma de pagamento digital. Em Curitiba, Itaipava é a cerveja oficial e TNT, o energético oficial. Na capital paranaense a produção e realização é da RW 7 Production & Entertainment e Move Concerts.

Os ingressos estão à venda pelo Disk Ingressos (https://www.diskingressos.com.br/evento/8836/02-12-2018/pr/curitiba/new-order). Os ingressos custam de R$160,00 a R$480,00. Mais informações no SERVIÇO abaixo.

 

NEW ORDER
O New Order foi formado na Inglaterra por ex-integrantes do Joy Division, Bernard Sumner (vocais, guitarra e sintetizadores), Peter Hook (baixo e sintetizadores) e Stephen Morris (bateria, bateria eletrônica e sintetizadores), depois do fim da banda em 1980.

 

Com a adição de Gilian Gilbert (guitarra e sintetizadores), o grupo ficou conhecido por misturar influências do rock, do synthpop e da música eletrônica, e se tornou uma das bandas mais aclamadas e influentes da década de 1980.

A experiência em clubes de Nova York, no início da década de 80, aumentou o conhecimento dos músicos sobre a dance music, que incorporaram elementos do estilo em seu trabalho, trazendo grande notoriedade à banda.

 

Em 1981, com o single “Everything’s Gone Green”, a banda desenvolveu sua sonoridade característica, descrita como uma síntese equilibrada entre pós-punk e experimentalismo com dance music eletrônica. 

 

O New Order já vendeu mais de 20 milhões de álbuns. Um de seus maiores sucessos, “Blue Monday”, é o single de 12 polegadas mais vendido de todos os tempos, com mais de 3 milhões de cópias. Tanto por sua música quanto por sua própria casa noturna inaugurada em 1982, The Hacienda, o New Order é um dos nomes mais influentes e revolucionários de todos os tempos no rock e na música eletrônica.

 

Em 2005, a banda ganhou o prêmio “Godlike Genius” (pelo conjunto da obra) da NME Awards e, junto ao Joy Division, foi incluido no UK Music Hall of Fame. Inúmeros artistas admitem ter enorme influência do New Order, como por exemplo os Pet Shop Boys, Moby, Chemical Brothers, Stone Roses, Happy Mondays, Smashing Pumpkins, Primal Scream, The Killers, 808 State, LCD Soundsystem e Arcade Fire, entre outros.

 

Após um hiato entre 1993 e 1998, período no qual os membros participaram de vários projetos paralelos, a banda se reuniu novamente e, em 2001, lançou “Get Ready”, seu primeiro álbum em oito anos. Em 2001, Phil Cunningham (guitarra, sintetizadores) substituiu Gilbert, que havia abandonado o grupo devido a compromissos familiares. Em 2007, com a saída de Peter Hook, fizeram uma nova parada, voltando a se reunir em 2011, com Gilbert de volta e Tom Chapman substituindo Hook no baixo.

 

Em setembro de 2015, a banda lançou seu décimo álbum de estúdio, Music Complete. No próximo dia 22 de setembro o grupo lança seu novo trabalho, o documentário Decades, que mostra cenas ao vivo da banda, além da preparação feita por eles para “So It Goes”, colaboração com Liam Gillick no Manchester International Festival em 2017. De acordo com a Sky Arts, o filme oferece “uma chance rara de entrar no mundo privado da banda, entender a filosofia visual de sua estética e design, além de testemunhar em primeira mão seus processos colaborativos e criativos”.

 

Serviço:
NEW ORDER em Curitiba
Data: 02 de dezembro (domingo)

Horário: 20h30 (abertura da casa: 18h)
Local: Live Curitiba (R. Itajubá, 143 - Novo Mundo, Curitiba - PR, 81050-040)
Ingressos estão sendo vendidos em: https://www.diskingressos.com.br/evento/8836/02-12-2018/pr/curitiba/new-order ou (41) 3315-0808
Ingressos: Pista Premium: R$ 480,00 | Pista Premium meia entrada: R$ 240,00; Pista: R$ 220,00 | Pista meia entrada: R$ 110,00; Camarote: R$ 360,00 | Camarote meia entrada: R$ 180,00; Área VIP: R$ 320,00 | Área VIP meia entrada: R$ 160,00
Meia-entrada: Idosos, Doador de Sangue, Professores, Portador de Câncer, Estudantes, Pessoas com deficiência e jovens de 15 a 29 anos comprovadamente carentes.
Descontos promocionais: Cartão Fidelidade Disk Ingressos (não cumulativo) até 2 ingressos por cliente; Clube Gazeta do Povo (não cumulativo) até 2 ingressos por cliente; Associados OAB com carteirinha funcional OAB/PR (não cumulativo) até 2 ingressos por cliente. Descontos não cumulativos. Não se aplicam a outros descontos concedidos por Lei e outras promoções.
Classificação: 18 anos. Menores de 18 anos apenas acompanhados dos pais ou responsáveis legais.
Produção e Realização: MOVE Concerts e RW 7 Production & Entertainment
Informações: (41) 3315-0808 ou https://www.facebook.com/Rw7ProductionEntertainment ou https://www.instagram.com/rw7_shows

Última atualização em Ter, 13 de Novembro de 2018 23:21
 

Choque de Cultura lança livro amanhã em Curitiba

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Choque de Cultura lança livro em Curitiba (Foto: Divulgação)

 

 

Os integrantes do programa Choque de Cultura lançam o livro "Choque de Cultura: 79 Filmes Pra Assistir Enquanto Dirige" (ed. Galera, 240 pág., R$ 37,90), participam de um bate-papo com o público e sessão de autógrafos na obra.

 

O encontro será amanhã (dia 13), às 19h30, na Livrarias Curitiba do Shopping Palladium [av. Pres. Kennedy, 4121, Portão, Curitiba-PR, tel. 41-3330-6749] e a entrada é franca. O atendimento será feito pela ordem numérica das 400 senhas que já estão sendo distribuídas no local.

 

Origem

Com apenas dois anos de existência, o Choque de Cultura é um fenômeno da internet, com direito a visualizações na casa dos milhões e muitos memes e bordões espalhados pela rede.

O formato é simples: uma websérie em que quatro típicos motoristas de van fazem crítica de cinema de um modo bem peculiar. Agora os maiores nomes do transporte alternativo nacional chegam à literatura esse livro.

 

 

A obra é uma coletânea de 79 críticas hilárias (seriam 80, mas o Julinho não entregou o texto sobre "Se eu fosse você 2", explica a apresentação), além de perfis dos quatro motoristas escritos pelos próprios e um glossário de termos cinematográficos explicados por Maurílio. Caíto Mainier, Leandro Ramos, Daniel Furlan e Raul Chequer – intérpretes, respectivamente, de Rogerinho do Ingá, Julinho da Van, Renan e Maurílio dos Anjos – assinam os textos ao lado dos outros quatro roteiristas do Choque: Juliano Enrico, Pedro Leite, David Benincá e Fernando Fraiha.

 

Pra rir a vontade

Os filmes criticados vão de "Edward mãos de tesoura" ("Esse filme já começa errado, porque é um filme de terror para criança e todo mundo sabe que, pra assustar uma criança, você só precisa se esconder atrás da porta e dar um grito quando ela passar que ela já começa a chorar", opina Rogerinho) até "Laranja mecânica", que é "na verdade, tipo uma novela Carrossel que o SBT convidou o tal do Stanley Kubrick para dirigir", esclarece Julinho.

 

 

A lista tem ainda "Feitiço do tempo" ("É sobre um cara que fica preso no mesmo dia e faz tudo sempre igual, perde sua humanidade e se torna um pálido reflexo do que um dia foi. Resumindo, é tipo um Stories do Instagram", argumenta Maurílio), e "Ghost: Do outro lado da vida" (Quem, assim como eu, for assistir a esse filme achando que o Patrick Swayze é um androide vindo do futuro para ajudar a Demi Moore a encontrar uns assassinos, vai se surpreender", avisa Renan).

 

Além das bem-sucedidas duas temporadas na internet, a trupe do Choque de Cultura estreou recentemente na TV aberta. Desde o fim de setembro, eles comentam os filmes da Temperatura Máxima, exibidos no domingo à tarde, na TV Globo. 

 

 

Sobre os autores

Caíto Mainier é niteroiense, roteirista, diretor e ator. Fez Larica total, Lady Night e O último programa do mundo, entre outros. Divide com Daniel Furlan a criação e apresentação do programa Falha de Cobertura. Daniel Furlan nasceu em Vitória, é ex-cartunista, ex-tradutor de videogames e atualmente tenta largar a música. Criador de O último programa do mundo, Falha de Cobertura e Choque de Cultura. Roteirista e ator em Irmão do Jorel e Lady Night. David Benincá é escritor, roteirista e outras coisas. Faz o Choque de Cultura, Falha de cobertura, O último programa do mundo, Lady Night e cozinha. Fernando Fraiha é diretor, roteirista e produtor de cinema. Dirige o Choque de Cultura.

 

 

Juliano Enrico é diretor e criador do Irmão do Jorel, ator e bailarino-desenhista. Lutador de luta-livre aposentado e ex-VJ da MTV Brasil. Roteirista de O último programa do mundo e Choque de Cultura. Leandro Ramos é roteirista, diretor e ator. Trabalhou em Larica total, Matador de Passarinho e Choque de Cultura. Pedro Leite é roteirista de Irmão do Jorel, Choque de Cultura, Foca News, Furo MTV e Falha de cobertura. Raul Chequer nasceu na cidade de Alegre-ES, é roteirista, ator, diretor, editor e tem vergonha de todos os trabalhos de que já participou.

 

Serviço

O que: Lançamento do livro "Choque de Cultura: 79 Filmes Pra Assistir Enquanto Dirige", bate-papo e sessão de autógrafos com os integrantes do programa Choque de Cultura.

Quando: Amanhã ( dia 13), às 19h30.

Onde: Livrarias Curitiba do Shopping Palladium [av. Pres. Kennedy, 4121, Portão, Curitiba-PR, tel. 41-3330-6749].

Quanto: A entrada é franca. O atendimento será feito pela ordem numérica das 400 senhas que já estão sendo distribuídas no local.

Última atualização em Seg, 12 de Novembro de 2018 15:47
 


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