Erastinho recebe doação dos looks desfilados no Curitiba Flower Power

O Hospital Oncopediátrico Erastinho recebeu a doação dos looks desfilados no Curitiba Flower Power. O produtor do evento, Victor Sálvaro, entregou as peças para Daniele Farias, administradora do escritório do hospital. Ao todo, foram 32 looks feitos por estilistas curitibanos, com tecidos de estampas florais cedidos por uma tradicional loja de tecidos da cidade. Alguns modelos já foram vendidos, mas os interessados em ajudar o hospital podem comprar as peças por meio da página https://www.facebook.com/cwbflowerpower/. Toda a renda obtida com a venda dos looks será revertida para o hospital.

O Curitiba Flower Power foi um fashionshow que celebrou a chegada da primavera em Curitiba, reunindo moda, natureza, música e arte no calçadão da rua XV de Novembro, reacendendo tradições curitibanas há muito esquecidas.

 

Expedição Suinocultura promove evento gastronômico no Mercado Municipal de Curitiba

Para desmistificar o consumo da carne suína, a equipe da Expedição Suinocultura volta ao Mercado Municipal de Curitiba, neste sábado (21), a partir das 11h. Em um ambiente tradicional da feira, da gastronomia e do turismo paranaense, o projeto técnico-jornalístico promove evento de degustação de cortes suínos harmonizados com cervejas artesanais. O encontro marca o encerramento da 2ª edição do projeto, que percorreu mais de 16 mil quilômetros e seis estados para construir um novo diagnóstico da cadeia produtiva no país.

Atualmente, o brasileiro consome em média 15 quilos/per capita por ano de carne suína. Segundo dados da Expedição Suinocultura, a demanda interna deve aumentar 15% até 2020, chegando a 17 quilos por pessoa. "O crescimento do consumo e a gourmetização fazem parte de um momento fantástico. O aumento da concorrência traz mais opções e melhores preços. Mas, na verdade, é uma política em que todo mundo ganha, a indústria, o consumidor e o produtor", declara o gerente do Núcleo de Agronegócio Gazeta do Povo e coordenador do projeto, Giovani Ferreira.

Na opinião do chef Ricardo Filizola, que vai comandar a cozinha do evento, a recente criação de linhas com cortes mais nobres tem contribuído para desmistificar alguns conceitos sobre a proteína. "Estamos acostumados a comer o lombo, o pernil e a costeleta, mas hoje existem várias opções diferentes, como a picanha, o filé mignon e o coxão mole", destaca. "Além disso, é menos gordurosa que outras proteínas, versátil, saborosa e saudável", completa o chef.

Roteiro

Entre setembro e outubro deste ano, a Expedição Suinocultura visitou aviários, indústrias, cooperativas e entidades representativas do setor no Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Goiás e Mato Grosso para traçar um diagnóstico da atividade no país. Os seis estados são responsáveis por 90% da produção de carne suína, o que equivale a mais de 2,5 milhões de toneladas da proteína por ano, e 97% das exportações brasileiras, para mais de 70 países. Ao longo de mais de 16 mil quilômetros, a equipe pode acompanhar a caminhada para o crescimento do setor, após um período de crise no ano passado – causado pela escassez do principal insumo da produção, o milho.

Serviço

ENCERRAMENTO DA EXPEDIÇÃO SUINOCULTURA 2017

DATA: Sábado, 21 de outubro de 2017

HORÁRIO: 11h

LOCAL: Espaço Arena do Mercado Municipal de Curitiba

ENDEREÇO: Avenida Sete de Setembro, 1865 – Curitiba (PR)

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Sobre a Expedição Suinocultura 2017

A Expedição Suinocultura é uma iniciativa do Núcleo de Agronegócio Gazeta do Povo, que detém o know-how e a capilaridade da Expedição Safra, realizada há dez temporadas. O projeto consiste em um diagnóstico técnico-jornalístico da cadeia da carne suína no Brasil com roteiros pelos seis principais estados produtores: Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Paraná, Minas Gerais, Goiás e Mato Grosso. Em sua segunda edição, a Expedição Suinocultura conta com o apoio técnico, financeiro e logístico da MSD Saúde Animal, da Boehringer Ingelheim, da Frimesa, do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) e do Grupo Renault.

Saiba mais: www.expedicaosuinocultura.com.br

 

Comunicado - Banda X

A assessoria de Ximbinha diz que o guitarrista foi surpreendido hoje pela publicação das cantora Michele Andrade em seu perfil pessoal nas redes sociais, que informa sua saída da Banda X.

Informa ainda, que em nenhum momento a cantora pernambucana avisou previamente que pretendia sair da banda e que a decisão foi unilateral e pessoal de Michele.

Ximbinha também ressalta que a saída de Michele Andrade compromete shows já agendados da Banda X e também participação em programas de TV e rádio que faziam parte do trabalho de divulgação da banda.

A assessoria também informou que Ximbinha e sua produção tomarão as medidas cabíveis para contornar a situação causada pela saída inesperada de Michele Andrade da Banda X.

 

Clóvis de Barros participa de palestra em Curitiba

O escritor, jornalista e professor de ética da USP Clóvis de Barros fará palestra em Curitiba na próxima terça (17) para os médicos cooperados da Unimed Curitiba. O evento, realizado anualmente, é em comemoração ao Mês do Médico. Barros falará sobre a vida que vale a pena ser vivida. A partir de questões que só podem ser respondidas por cada um, com base em suas experiências, prioridades e afinidades, o palestrante promete provocar reflexões sobre vários aspectos da vida de forma bem humorada e assertiva.

“Nosso objetivo é homenagear os médicos cooperados que trabalham durante o ano todo se dedicando aos seus pacientes. Queremos oferecer momentos leves e alegres, mas de reflexão e motivação para que eles continuem sempre desempenhando seu nobre trabalho da melhor forma possível“, afirma Alexandre Bley, diretor presidente da Unimed Curitiba.

 

Festival da Família

No sábado 21 de outubro acontece, no Clube Dom Pedro II, o Festival da Família, evento estilo bazar que promete muitas atividades para todas as idades. Realizado para comemorar o mês das crianças, o evento traz diversas atrações gratuitas, como apresentações com os personagens da Patrulha Canina e do Show da Luna, com os quais as crianças ainda poderão tirar fotos, e oficinas de brigadeiros e de pipas e raias.

Com entrada e estacionamentos gratuitos, o Festival da Família contará com uma ampla área de gastronomia, com deliciosas opções doces e salgadas para degustar na hora ou para levar para casa. Na feira de variedades, muito artesanato, moda, bijuterias, produtos para casa, cosméticos e também um espaço pet, com feira de adoção organizada pela ONG DNA Animal e produtos à venda.

Para as crianças, além dos shows e das oficinas, haverá uma área especial para a realização de trocas de brinquedos, a partir das 17h20, e pipoca e algodão doce serão distribuídos gratuitamente das 14h às 17h. Shows e aulas de dança para todas as idades completam a programação do evento.

Serviço:

Festival da Família

Data e horário: sábado, 21 de outubro, das 10h às 19h

Local: Clube Recreativo Dom Pedro II - Rua Brigadeiro Franco, 3662, Rebouças

Evento no Facebook: www.facebook.com/events/131666267577488

Programação:

- Das 10h às 19h – Feira de adoção de animais, Feira de variedades e Feira gastronômica;

- Das 14h às 17h – distribuição de pipoca e algodão doce gratuitos;

- 10h30 – Oficina de brigadeiros – 20 vagas;

- 10h30 – Oficina de pipas e raias – 30 vagas;

- 14h – Oficina de brigadeiros – 20 vagas;

- 14h – Oficina de Pipas e Raias – 30 vagas;

- 15h30 – Show no palco dos personagens da Patrulha Canina e do Show da Luna. Após o show, sessão de fotos com as crianças.

- 17h – Apresentação da Coreografia Thriller do Michael Jackson com o Thriller Performance Group no palco;

- 17h20 – Início da troca de brinquedos no palco;

- 18h30 – Sorteio de uma SUPER cesta recheada de produtos dos expositores (para participar é só preencher o cupom no dia do evento e depositar na urna);

- A partir das 17h30 – Pista de dança com DJ estilo discoteca para quem quiser dançar e se divertir no salão da praça de alimentação.

 

Parlamentares paranaenses alinham discurso a favor de reforma tributária

Parlamentares paranaenses na Câmara dos Deputados estão alinhando o discurso a favor da proposta da Reforma da Previdência, que está em fase final de discussão na comissão criada para debater o assunto. O relator da medida é o paranaense Luiz Carlos Hauly, do PSDB. O parlamentar apresentou no mês de fevereiro um texto preliminar que, desde então, vem sendo discutido em palestras por todo o país. Ele explica os principais pontos do projeto.

 
 
 
"Primeiro, a simplificação: eliminar o ISS, o ICMS, o IPI, PIS, Cofins, Cide, salário educação, IOF e Pasep. Esses noves tributos viram um único imposto IVA e um pedacinho do IVA, chamado seletivo. E o que é o IVA? É o imposto de bens e serviços, o mesmo que a soma do ICMS e do ISS, é a base tributária dos bens e dos serviços."
 
 
 
O tributo chamado de IVA pelo parlamentar é o Imposto Sobre Valor Agregado (IVA), que englobaria vários tributos, como PIS, Pasep, Cofins, IPI, ICMS estadual e ISS municipal, além da contribuição previdenciária. Essa arrecadação seria administrada por uma Super Secretaria da Receita Federal, composta por técnicos da União, estados e municípios.
 
 
 
Já no caso do "Imposto Seletivo", a taxação incidiria sobre energia elétrica, combustíveis, comunicações, transportes, cigarros, bebidas, veículos, pneus e autopeças.
 
 
 
 
Entusiasta do projeto, o deputado federal Rubens Bueno (PPS-PR) afirma que o Brasil precisa de uma reforma tributária o mais rápido possível.
 
 
 
“A necessidade da reforma tributária está muito clara. O sistema brasileiro é uma parafernália de tributos, de tarifas, que eleva não somente a carga tributária, mas também tem um custo elevado para o estado arrecadar. Por isso é preciso uma reforma tributária.”
 
 
 
Já o petista Enio Verri (PR) ressalta que reforma vai reduzir a tributação no consumo, beneficiando a população mais pobre.
 
“A ideia é se tributar a renda e não o consumo. No Brasil toda política tributária é uma política tributária que cobre o consumo. Portanto, o pobre que ganha mais menos, paga mais pelo consumo. Ao tributarmos a renda, e a proposta é essa, tributamos a renda e não tributarmos o consumo, o preço dos produtos cairão.”
 

Com a reforma tributária a arrecadação estadual passaria a fazer parte de um sistema nacional, com cobrança no destino. Além disso, a intenção é baixar a carga tributária dos alimentos e medicamentos de 33% para zero.

Entenda mais

Com o objetivo de tornar as cobranças menos burocráticas, o Congresso Nacional discute a chamada reforma tributária através da PEC 31/2007. Pelo texto original, União, estados, Distrito Federal e municípios manterão a sua arrecadação tributária atual. Durante a transição, seriam discutidos os novos critérios de partilha, que entrariam em vigor a partir do sexto ano e seriam aplicados gradualmente por 15 ou 20 anos.

Entre os principais pontos, a reforma tributária propõe a extinção de impostos como ICMS (estadual), IPI e Cofins (federais) e ISS (municipal). Em substituição a essas contribuições, seria criado o Imposto sobre Valor Agregado (IVA), além de outro seletivo, destinado à União, que incidiria sobre energia elétrica, combustíveis, cigarros, bebidas e outros produtos. Para discutir o assunto que pode afetar os contribuintes brasileiros, a Agência do Rádio Mais conversou com o advogado especialista em administração financeira e presidente executivo do Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT), João Eloi Olenike.

Qual a análise que o senhor faz hoje do sistema tributário brasileiro?

João Eloi Olenike: Infelizmente, o sistema tributário atual é complexo demais. Há muita legislação, muita burocracia, uma quantidade grande de tributos. Além disso, a forma como esses tributos são calculados é quase que incompreensível. Nós temos um sistema tributário que é único no mundo, não existe outro igual. O nosso sistema tributário é perverso com as pessoas com menor rendimento, já que 70% da arrecadação de impostos vêm da tributação que incide sobre consumo. Quando se trata de consumo, não existe uma forma de saber aquele pode mais ou pode menos, por que todo mundo no consumo paga uma carga igual. Para citar um exemplo, imagine duas pessoas que têm carros diferentes, um bem antigo e um zero quilômetro. Quando eles vão ao mesmo posto de gasolina para abastecer, os dois pagarão a mesma carga tributária sobre o combustível. Assim, aquele que ganha menos, aquele que pode menos, acaba pagando mais, e não existe uma compensação para isso.

A reforma tributária propõe a criação de um imposto único, que substituiria, por exemplo, o ICMS, principal fonte de receita dos estados. O senhor avalia que essa proposta tornaria a cobrança mais simples para os contribuintes?

João Eloi Olenike: Eu acredito que sim. Nós temos um tributo só nos estados, que é o ICMS. A ideia é substitui-lo pelo Imposto sobre Bens e Serviços (IBS). Na prática, em relação a conhecer o tributo e como ele funciona, não vai mudar muita coisa porque ele tem mesma matriz de incidência tributária em todos os estados. O que muda é o que vai ser tributado mais e o que vai ser tributado menos. De forma simples, vamos pegar 27 legislações que nós temos hoje, dos 26 estados mais o Distrito Federal, e ter apenas uma para todas as Unidades Federativas. Isso vai contribuir bastante para quem trabalha nas áreas tributária, contábil, fiscal, além do próprio cidadão.

O senhor acredita que essa proposta pode tornar a arrecadação mais bem dividida, já que a União tem ficado com uma fatia bem maior do que estados e municípios?

João Eloi Olenike: O que eu penso sobre isso é com relação à destinação desses recursos. Com a proposta, quem vai arrecadar é a esfera federal e depois será redistribuído para os estados. Agora como vai ser feita essa arrecadação no âmbito estadual? Essa é uma pergunta que ainda precisa ser respondia por que, na prática, nós temos estados que não podem ser comparados devido à produtividade. Não se pode pegar o Estado de São Paulo e definir a mesma alíquota para o Piauí, por exemplo. São duas grandezas completamente diferentes, distintas. Em comparação, São Paulo tem aproximadamente 40% de toda a arrecadação de ICMS do Brasil. A questão da alíquota também é uma incógnita. Nós temos alíquotas de 17%, 18%, e temos alíquota no Rio de Janeiro de 20%. Se forem equalizar, unificar tudo, provavelmente se vai utilizar a alíquota maior, que é a do Rio, já que ninguém vai querer sair perdendo. É inegável a necessidade da reforma tributária, mas o fato é que só vamos ver na prática como isso vai funcionar quando for consolidado.

Pela proposta, a reforma vai reduzir impostos ou apenas torna o sistema tributário menos burocrático?

João Eloi Olenike: Realmente vai reduzir, mas não é uma redução tão grande. O que se pode dizer que é ela vai extinguir 10 tributos e no lugar deles serão criados apenas dois. Ou seja, vamos diminuir oito tributos, dos 63 que nós temos, passaremos a ter 55. Só que se esperava uma eliminação maior do que a está sendo apresentada, mas já é alguma coisa. Para o futuro, quem sabe, a gente pode até mudar um pouquinho mais e diminuir ainda mais essa quantidade enorme de taxas.

 

Por João Paulo Machado e Tácido Rodrigues

 


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