“Te empresto meus olhos”

Exposição inaugura neste sábado como parte do Circuito Integrado da Bienal de Curitiba

IMG 1a Adriana BarbosaFoto: Adriana Barbosa

Numa experiência única, a mostra dos alunos da Oficina de Fotografia para Pessoas com Deficiência Visual da Biblioteca Pública do Paraná será aberta neste sábado (dia 21/10) como parte do Circuito Integrado da Bienal de Curitiba’17. A exposição “Te empresto meus olhos” é o resultado da produção da oficina organizada desde 2015 pela fotógrafa Juliana Stein, que já apresentou trabalhos em mais de 10 países e foi a representante brasileira no Pavilhão da América Latina da Bienal de Arte de Veneza em 2013.

Para fotografar, “algumas pessoas utilizam os sentidos; outras, a ausência destes”, diz uma das alunas e a expositoras, Adriana Ceccatto Barbosa. “Defino a fotografia como a arte de imprimir uma ou várias escritas de vida a uma imagem, visto que cada um tem a sua forma de enxergar o mundo e vivenciar as experiências do cotidiano”, conta, para explicar que, para enxergar, é possível ir muito além da visão biológica.

Fazem parte da exposição fragmentos dos processos de produção, conta Juliana Stein. “A exposição tem o objetivo de refletir sobre temas centrais na fotografia contemporânea e envolve, sobretudo, a experiência da imagem — seus modos de aparição e produção. Partimos do desafio concreto de abordar a questão pela especifidade de sua produção — pessoas que não utilizam a retina e sim o corpo como câmera escura”, diz a fotógrafa e curadora da mostra.

 

IMG 2a Wagner Bitencourt 6Foto: Wagner Bitencourt

 

Segundo ela, esta é uma exposição que resulta das formas de experimentação nos campos da fotografia e percepção de mundo. O nome – Te empresto meus olhos – vem do interesse em observar certas práticas e usos dos processos de ver. “A pessoa com deficiência visual não vê como eu vejo, mas eu também não vejo como ela vê”, analisa Juliana Stein.

A produção desta exposição não é uma forma conclusiva, mas se coloca como uma proposição e abertura para novos diálogos e manifestações neste sentido. Os artistas Adriana Barbosa, Isabel Bruck, Wagner Bittencourt, Antônio Nunes e Anastácio Braga, que acompanham a oficina desde seu início, assinam e estão retratados nas fotografias da mostra.

“Cada um vem descobrindo e aprimorando formas de experienciar a fotografia. Por exemplo, o toque do que está sendo fotografado, a noção espacial, a presença e ausência de luz”, comenta Adriana Barbosa.

A exposição “Te empresto meus olhos” será aberta às 11 horas de sábado no hall térreo da Biblioteca (Rua Cândido Lopes, 133, Centro). E permanece aberta à visitação até 30 de dezembro, com entrada franca.

“Te empresto meus olhos”

Última atualização em Qui, 19 de Outubro de 2017 15:26
 

Mayim Bialik | Girling Up

Atriz norte-americana Mayim Bialik dá ensinamentos valiosos em Girling Up

may1Crédito:James Banasiak

Oxigênio. Carbono. Hidrogênio. Nitrogênio. Cálcio. Fósforo. Não, não é uma aula de química. Esses são os elementos que constituem todo o organismo do ser humano! E mesmo que o corpo seja feito de seis coisas apenas, há tantas mudanças físicas, cerebrais, emocionais que nem parece que essa “massa” corpórea seja tão simples. No caso das meninas, o peso para certas coisas é ainda maior! No livro Girling Up – Como se Tornar Uma Mulher Saudável, Esperta e Espetacular, Mayim Bialik, a Amy da série The Big Bang Theory, ensina, de maneira divertida e estimulante, vários conceitos importantes do ponto de vista biológico que afetam a vida das garotas por inteiro.

Além de suas famosas atuações como Blossom (uma adolescente inteligente e sarcástica, cujo nome também é a denominação da série dos anos 90) e Amy Farrah Fowler (ainda atuante), Mayim é PhD em Neurociência pela Universidade da Califórnia em Los Angeles (UCLA). É com esta formação que ela traz ensinamentos sobre a puberdade de maneira bem simples de forma que as garotas não precisam ser especialistas para entenderem. Mayim aborda assuntos como as mudanças no corpo e as diferenças entre meninas e meninos, mas de forma que a leitora vá além dos estereótipos sociais, aprenda a se conhecer de fato e preserve sua saúde física e mental, livrando-se das cobranças desnecessárias.

Quando vejo TV, vou ao cinema ou dou uma olhada nas redes sociais, vejo um monte de coisas espetaculares e gente super feliz. Vejo pessoas com famílias sorridentes, animais de estimação adoráveis, casas bonitas, amigos presentes, relacionamentos amorosos e o que frequentemente parecem vidas perfeitas. As coisas que as pessoas postam mostram um mundo de alegria e sucesso, mas nem sempre a vida é assim. Coisas ruins acontecem. Nós ficamos tristes. Surgem situações com as quais nós nem sempre sabemos como lidar. E às vezes pode parecer que, se a nossa vida não é como a vida dos outros, há algo de errado com a gente.

Sempre em tom didático, a autora conscientiza as meninas sobre como é essencial ter uma alimentação saudável, levando em consideração a importância do momento das refeições, a questão do consumo de água, a necessidade da prática de exercícios físicos e outros hábitos saudáveis, sob um viés natural, de forma a romper os padrões que a sociedade impõe para o corpo “perfeito”.

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Mayim explica ainda todos os dilemas da puberdade do ponto de vista da neurociência, o que facilita a compreensão e identificação. A autora fala até mesmo dos sintomas físicos da paixão, o que muda no comportamento, os hormônios e os métodos contraceptivos para evitar gravidez precoce e doenças.

A neurocientista aborda também os aspectos pessoais que podem ajudar as meninas a serem fortes para enfrentar as dificuldades da vida. Através de exemplos de pessoas reais que contribuem para a construção de um mundo melhor, Mayim estimula as leitoras a fazerem a diferença.

Girling Up, que é lançamento da Primavera Editorial, chega às livrarias no mês de outubro.

Última atualização em Ter, 17 de Outubro de 2017 14:00
 

Italiano Bolognesi - Cidade Cyberpunk

Italiano Bolognesi traz a Curitiba cidade cyberpunk

 DSC6026b Marco BolognesiO artista italiano Marco Bolognesi, que está expondo no MON, na Bienal de Curitiba 2017.
Foto de Gilson Camargo

 

O multiartista italiano Marco Bolognesi, conhecido na Europa pelo ambicioso projeto da cidade cyberpunk Sendai City: the Truth, trouxe para a Bienal de Curitiba a série fotográfica “Techno Mutant”, criada, segundo ele, para refletir sobre o cenário de confronto do mundo contemporâneo. A série é um novo capítulo sobre os confrontos de sua cidade imaginária, desta vez encarnando o conflito corporal. As impressionantes fotografias compõem a sala que ocupa no Museu Oscar Niemeyer (MON), que reúne as principais exposições da Bienal com curadoria de Massimo Scaringella.

O artista multimídia se vale de várias formas de expressão, do desenho até a pintura, do cinema à fotografia e ao vídeo. Na exposição que trouxe a Curitiba, a cor preta é a protagonista das fotografias(100x70 cm), e com ela o artista apaga as fronteiras entre o espaço e o sujeito em um conflito crescente, até o ponto em que o indivíduo, a fim de sobreviver, é forçado a sofrer mutações.

Para isso, incorpora elementos de sua pesquisa e, mais uma vez, escolhe trabalhar em modelos com objetos reciclados: "Eu tentei trabalhar com pistolas de água enquanto objetos de forma inofensiva e divertida que se referem à guerra de maneira lúdica e com elementos de uso comum, tais como tubos ou caixas elétricas, fáceis de serem encontrados em todas as casas de qualquer cidade do mundo", conta Bolognesi.

A edição deste ano da Bienal de Curitiba parte do conceito “Antípodas – Diverso e Reverso” para homenagear a China, país 
diametralmente oposto ao Sul do Brasil. A mostra abre as portas em mais de uma centena de espaços culturais da cidade, trazendo trabalhos de artistas brasileiros e de 42 países dos cinco continentes. De 1.º de outubro deste ano até 25 de fevereiro de 2018, Curitiba se transforma na capital da arte contemporânea.

De acordo com o criador do conceito da Bienal, o curador Ticio Escobar, a ideia é refletir sobre a “diversidade” e os “opostos”, que não são apenas "uma fronteira entre os meios de expressão artística, mas também um limite entre culturas. Limites que nunca são definitivos e representam cruzamentos de ida e volta, encontros diversos e sinergias criadas a partir de comparações entre diferentes pontos de vista, distantes, e até mesmo contrários. De acordo com Deleuze: a transversalidade atua juntando diferenças.”

Para a mostra principal, o curador Massimo Scaringella selecionou uma gama diversificada de artistas, que inclui, além de Marco Bolognesi, Davide Boriani (Fundador do grupo histórico T), os finlandeses Tuomo Rosenlund & Johanna Pohjanviria e Hannu Palosuo, o americano Stevens Vaughn, o israelense Shay Frish e o marfinense Joachim K. Silue, entre outros.

A Bienal de Curitiba é realizada há 24 anos e é referência em arte contemporânea, reconhecida como um dos principais eventos de arte do circuito latino-americano. Nos cinco meses do evento são esperados mais de um milhão de visitantes. Tem realização do Ministério da Cultura, governo do Paraná e prefeitura de Curitiba. 



Ficção científica

IMG 1 Marco Bolognesi The hope of Hadar
A obra The hope of Hadar, do artista italiano Marco Bolognesi. Foto: Divulgação

Marco Bolognesi explica que sua produção é direcionada à construção do Universo Bomar, um universo narrativo que imaginou e se tornou o recipiente ideal para todos os seus projetos. Ao misturar ficção científica e cyberpunk, máscaras e decorações tribais, avant-garde, ícones pop e arte erótica, e através da exploração do mundo que ele criou, pretende destacar os mecanismos e poderes que governam o presente.

Inspirado pela ficção científica, o trabalho do artista reflete um futuro possível, que vê o mundo contemporâneo transladado para um universo de megalópoles pós-punk e implementado, durante vinte anos de atividade, por meio de diferentes linguagens (fotografia, desenho, vídeo e instalações). Conforme ele, o confronto/encontro sempre teve um lugar que, ao contrário dos campos de batalha onde eram encenados na Antiguidade, hoje é consumida no espaço que representa o lugar contemporâneo: a cidade, o "contentor" por excelência deste conflito.

“Nossa cultura mostra a visão da verdade como a resposta para os acontecimentos contemporâneos da guerra, do terrorismo, especialmente o embate constante entre o Ocidente e o Oriente Médio, que não é apenas um choque de religiões, mas algo muito maior'”, afirma. Segundo ele, de fato, a sociedade de hoje está ligada ao conflito para manter o controle da realidade, uma realidade que não existe, mas que mesmo assim percebemos. A verdade, então, que, neste momento, deve justificar o choque, torna-se apenas um ponto de vista.

Com estes ingredientes, o trabalho de descontextualização dos objetos e, consequentemente, do sujeito, permitiu que o artista criasse uma série de seres escuros à la ficção científica e em plena mutação, cujas alterações são fundamentais para suportar o peso do conflito incessante, dentro e fora deles. Neste sentido, de acordo com Bolognesi, a sobrevivência - e, portanto, a vida - nos obriga a transmutar-nos ao ponto de perder o que éramos.

Não surpreendentemente, os títulos das fotografias são inspirados por nomes de estrelas para lembrar as origens desses seres que, ao mesmo tempo, tornam-se o paradigma de um corpo que escapa, se derrete e se funde com o espaço em torno, ou seja, a cidade. Ao ver as fotos, então, o espectador de Curitiba testemunhará o mal-estar da sociedade contemporânea em conflito, em um universo onde o lugar é apagada pelo corpo e desaparece na cor preta.

Desde o início de sua carreira, tem-se concentrado no desenvolvimento da sua pesquisa artística a fim de criar um mundo paralelo futurista e fantástico, que ganha vida através do uso de técnicas diferentes: da fotografia ao desenho, passando por vídeos e instalações.

Carreira internacional

Marco Bolognesi nasceu em Bolonha em 1971, mas desenvolveu sua carreira em Londres, Roma e Viena antes de se estabelecer recentemente em Bolonha. Em Londres recebeu o prêmio The Artist in Residence no Instituto Cultural Italiano, lançando sua carreira internacional. Suas obras foram exibidas em Londres, Viena, Budapeste, Miami, Nova York, Chicago, Cingapura e Pequim. Instalado em Londres, ele ganhou em 2002 o The Artist in Residence Award pelo Instituto Italiano de Cultura, graças ao qual, no ano seguinte, realizou a exposição “Woodland”, uma exposição centrada na questão dos organismos geneticamente modificados, que contou com a colaboração de grandes estilistas como Giorgio Armani, Vivienne Westwood, Dolce & Ga bbana e muitos outros.

Em 2006, fundou sua fábrica em Londres, a Bomar Edition, e começou uma colaboração artística com a proprietária de galerias americana Cynthia Corbett; enquanto isso, na Itália, ela trabalha com a Galleria Carini e Donatini de San Giovanni Valdarno, com Paolo Nanni e com a Galleria Contemporanea di Pescara. Em 2008, seu curta-metragem “Buraco negro”, centrado na questão da hibridização e dos ciborgues, ganhou a 'Indie Short Film Competition na Flórida e, no mesmo ano, o curador Lorenzo Canova insere-o na Co llezione Farnesina Experimenta.

Em 2009, começou uma longa colaboração com a proprietária de galerias anglo-chinesa Olyvia Kwok na Olivia Fine Art Gallery de Londres e, publica pela Einaudi, "Protocolo", quadrinho de gênero cyberpunk, trabalho a quatro mãos feito com o escritor Carlo Lucarelli.

Em 2012, o evento Fotografia Europeia apresentou "Humanescape", projeto artístico com curadoria de Walter Guadagninie, em 2014, o curador Sandro Parmiggiani selecionou-o para a exposição organizada pela Fondazione Palazzo Magnani em Reggio Emilia para a celebração do aniversário de nascimento de Ludovico Ariosto, para a qual Bolognesi realizou uma reinterpretação cyberpunk de alguns dos personagens do Orlando Furioso.

No mesmo ano, em colaboração com o crítico e curador Valerio Dehò, iniciou o versátil projeto "Sendai City" - que se desenvolve em três exposições individuais entre o final de 2014 e o primeiro semestre de 2015 no Kunst Meran, no Abc em Bolonha e no PAN em Nápoles - no qual é apresentado o universo visual e narrativo criado por Bolognesi, um mundo em contínuo work in progress, inspirado pela cultura pós-punk e pela ficção científica de tipo social.

Novamente, em 2015, o editor Massimo Scaringella selecionou-o para o saguão Perspectivas Italianas da Bienal del Fin del Mundo no Chile e na Argentina e, no ano seguinte, expõe na Plastik Factory de Pequimdurante a Bienal Itália-China. No limiar de 2017, chega em Bolonha para dar vida a um novo espaço, o Bomar Estúdio Srl, dedicado à produção e distribuição de vídeo-arte, documentários e filmes experimentais em geral, além de participar da coletiva Our Place in Space no Palazzo Cavalli Franchetti (Veneza), com curadoria de Nota Antonella e Anna Caterina Bellati e em colaboração com a Agência Espacial Europeia (ESA) e a NASA,com a obra Mock-up. Em maio, o curta-metragem "Blue Unnatural" foi exibido no Future Film Festival de Bolonha e noIbrida Festival de Forlì.

Bienal de Veneza

Massimo Scaringella é um curador independente de arte contemporânea e organizador de eventos culturais. Durante mais de trinta anos de atividade na Itália e no exterior, ele apresentou muitos artistas italianos e estrangeiros, cuidando e cooperando em mais de 250 exposições de arte contemporânea em 40 países. Em constante contato com diferentes realidades e culturas locais, ele criou uma ponte de intercâmbio entre a arte italiana e o resto do mundo, especialmente com a América Latina, onde foi Diretor Artístico da 4ª edição da Bienal do Fim do Mundo 2014/2015. Diretor e fundador da ars maxjer contemporânea - projetos culturais de vanguarda, em 2017 foi nomeado curador do Pavilhão Nacional da Costa do Marfim na 57ª Bienal Internacional de Arte em Veneza.

Última atualização em Seg, 16 de Outubro de 2017 14:44
 

Estreando nos cinemas Divórcio

“Divórcio” é uma comédia sátira de muita qualidade técnica e visual.

A premissa do filme não poderia ser mais batida, é a história de um casal rico, que resolve se separar e a partir daí, inicia uma verdadeira guerra, judicial e corporal pelos bens.

Acontece que como a história é contada é que faz toda a diferença!

Em “Divórcio” conhecemos Júlio e Noeli, que estão casados há vinte anos. Juntos eles formaram um império a partir de um molho de tomate que Noeli inventou.

Eles já foram muito apaixonados, mas, os negócios, a relação, as filhas, fez com que eles se distanciassem e esquecessem um do outro.

Depois de alguns fatos de peso, o casal resolve se separar e aí começam as reais brigas.

O filme é divertido, tem um humor estilo pastelão, tem seus momentos de drama e acontece em uma cidade do interior, onde é possível focar em outros aspectos diferentes de uma região urbana.

Com isso a gente assiste um filme que mostra estradas de terra, plantações, música e ambiente sertanejo bem explorados e disputas por ter o melhor carro, a melhor roupa e outras coisas mais.

O diretor inicia o filme com uma passagem de tempo muito boa, mantendo o mesmo cenário, mas com mudanças de objetos que representam essa passagem, além de explorar efeitos especiais de boa qualidade.

Os atores Murilo Benício e Camila Morgado estão ótimos nos papéis entregando personagens sólidos.

“Divórcio” é um filme divertido, engraçado e de humor leve. Recomendo!

Título Original: Divórcio

Gênero: Comédia/Romance

Duração: 1 hora e 50 minutos

Ano de Lançamento: 2017

Direção: Pedro Amorim

Elenco: Camila Morgado, Murilo Benício, Luciana Paes, Thelmo Fernandes, André Mattos, Angela Dip, Chintia Falabella, Bruna Tornarelli.

RITA VAZ

TUDO SOBRE FILMESwww.ritavazm.blogspot.com.br

 

Bibi Ferreira "4XBIBI" no Guairão

Bibi Ferreira, atriz, compositora e cantora, estará em Curitiba no dia 7 de outubro, sábado, para apresentar o espetáculo 4XBIBI. Aos 95 anos e com 76 anos de carreira, ela empresta sua marcante voz para homenagear nomes consagrados da música, como Edith Piaf, Frank Sinatra, Carlos Gardel e Amália Rodrigues. A cantora sobe ao palco do Guairão, a partir das 21 horas, acompanhada de sua banda e sob a regência do maestro Flávio Mendes, que é responsável pela direção musical e dos arranjos. Com realização da Orth Produções, os ingressos para o espetáculo estão à venda pelo Disk Ingressos (www.diskingressos.com.br) ou call center (41 3315-0808).

Entre uma música e outra, Bibi revela histórias curiosas e inéditas sobre os bastidores dessas produções, matando a saudade do público e dela própria ao interpretar canções tão marcantes em sua carreira. Uma das histórias é sobre a maior fadista de todos os tempos, Amália Rodrigues, que declarou que se alguém fosse interpretar sua vida seria a artista brasileira. Amália assistiu Bibi cantando Piaf nada menos que 14 vezes em Lisboa.

O show 4XBIBI foi preparado especialmente para as comemorações do Jubileu de Diamante da intérprete, que teve início no Rio de Janeiro em 2016, seguiu para São Paulo, Petrópolis, Recife, Nova Iorque, Belo Horizonte, Natal, Fortaleza, Salvador,Porto Alegre, Brasília, Goiânia.

No show, Bibi se apresenta acompanhada por um quinteto e sob a regência do maestro Flávio Mendes, responsável também pelos arranjos e direção musical. A narração e a idealização  do show ficam à cargo de Nilson Raman, que assina o roteiro ao lado de Flávio e Bibi.

ROTEIRO

Amália Rodrigues

Fadinho serrano

Povo q lavas no rio

Carlos Gardel

Esta noche me emborracho

Questa abarro

Frank Sinatra

Thatslife

Baladas romanticas

All the way

The lady is a trump

Edith Piaf

Millord

L'accordeniste

A quoi çasert l amour

Je ne regretterien

Hymneal'amour

Bis: New York New York

SERVIÇO: SHOW BIBI FERREIRA EM CURITIBA

Data: 08 de outubro de 2017

Horário: Abertura do Teatro: 20h / Início do espetáculo: 21 horas

Local: Grande Auditório do Teatro Guaíra (Guairão) - Rua XV de Novembro, 971, Centro, Curitiba – PR

Classificação indicativa: LIVRE

Realização: Orth Produções.

 Ingressos: Meia-entrada a partir de R$ 56,00 / Inteira a partir de R$ 106,00 (Segundo Balcão). 

A taxa administrativa de R$ 6,00 está inclusa no valor.

A meia-entrada: estudantes, professores, PNE, doadores de sangue, idosos e portadores de câncer.

Desconto de 50%: Clube Disk Ingressos, Associados Santa Mônica Clube de Campo, Tenistas Federação Paranaense de Tênis, Clientes Porto Seguro e Advogados OAB/PR.

Pontos de Venda: Quiosques do Disk Ingressos nos shoppings Estação, Mueller e Palladium e no site:http://www.diskingressos.com.br/evento/6787

 

Policia Federal A lei é para todos

A apresentadora Claudia Cozzella esteve em uma entrevista individual com os atores do filme Policia Federal A lei é para todos que aconteceu em espaço reservado.

Conversou com os atores Flavia Alessandra e Antonio Calloni que são protagonistas da historia.

O longa teve sessão fechada para imprensa e o Acontece Curitiba ficou na mesma sala que o juiz Sérgio Moro e os atores do filme.

O elenco conta ainda com Marcelo Serrado, João Baldasserini, Ary Fontoura, entre outros. Com roteiro de Gustavo Lipsztein e Thomas Stavros, o longa tem distribuição da Downtown Filmes/Paris Filmes.

A estréia do filme para o público será dia 07 de setembro e promete ter um grande publico.

A entrevista voce confere em breve na Tv transamerica e no nosso canal no youtube Acontece Curitiba.

Não percam!!

 


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